Quarta-feira, Abril 25, 2007
Domingo, Abril 22, 2007
Quinta-feira, Abril 12, 2007
Quarta-feira, Abril 11, 2007
Primeiro de Janeiro 11-04-2007
Land Art invade Lavandeira
O Parque da Lavandeira, em Oliveira do Douro, irá tornar-se uma grande galeria ao ar livre. Desde a semana passada que doze artistas plásticos vão realizar intervenções artísticas naquele equipamento municipal. A actividade decorre até ao final do mês. Cátia Alves da Silva/Pedro Tavares (foto)Durante aproximadamente um mês o Parque da Lavandeira, em Oliveira do Douro, recebe artistas do movimento Land Art. Doze artistas plásticos pertencentes ao movimento, dez portugueses e dois catalães, estão a efectuar intervenções, permanecendo até ao final do mês, no Parque da Lavandeira. “O conceito base é trazer a arte para fora da galeria, para que as pessoas possam ter contacto com os artistas e com as obras de arte”, explicou Maria Carvalho Araújo, responsável técnica do Parque da Lavandeira. O intuito passa então por desmistificar o conceito pré-definido de que a arte é apenas para elites. Participam nesta iniciativa, que se pode considerar como a primeira exposição organizada de Land Art em Portugal, os portugueses Cristina Ataíde, Luís Pinheiro, Meireles de Pinho, Paulo Neves, João Castro Silva, Joaquim Pombal, Marisa Alves, Fernando Saraiva, Ângelo e Moisés Tomé, enquanto a Catalunha está representada por Josep Mates e Carlets. Findas as dez intervenções artísticas, previstas para final de Abril ou início de Maio, terá lugar no auditório do Parque Biológico de Gaia uma palestra onde irão intervir um professor, um crítico de arte e os artistas que realizaram intervenções. Está previsto ainda o lançamento de um catálogo com registos fotográficos de todas as intervenções artísticas. “Esta é uma arte muito efémera e a única forma de a eternizar é publicando um livro com fotografias, com o que aí foi feito”, sublinhou a técnica responsável, acrescentando que esta é uma forma de as obras de arte ficaram registadas na história do Parque da Lavandeira e da Land Art. niciativa a repetir Embora este seja o primeiro ano em que a autarquia de Gaia abrange algo do género. Maria Carvalho Araújo enfatizou que “a ideia é que esta iniciativa se repita de dois em dois anos neste ou noutros espaços que tenham as condições necessárias, como o próprio Parque Biológico de Gaia”. Não será portanto de descartar a hipótese de se realizar uma bienal da Land Art em Vila Nova de Gaia. “Tem que ser um espaço aberto com muito espaço” rematou a responsável pelo Parque da Lavandeira.
Expressão artística Preocupações ecológicas e ambientaisA expressão Land Art reúne diversas formas de expressão artística que usam como matéria-prima o terreno natural, que é trabalhado com materiais exclusivamente naturais e em absoluta observância das regras da ecologia, de modo a criar uma obra de arte. Devido às muitas dificuldades que a sua concretização apresenta, os projectos não vão, muitas vezes, além da fase conceptual, nunca chegando a ser construídos. Não é o caso desta iniciativa, cujas dez instalações ali permanecerão de forma definitiva. A Land Art surgiu em finais da década de 60, em consequência do aumento do interesse pelas questões ligadas à ecologia e da crescente insatisfação com a monotonia cultural.
O Parque da Lavandeira, em Oliveira do Douro, irá tornar-se uma grande galeria ao ar livre. Desde a semana passada que doze artistas plásticos vão realizar intervenções artísticas naquele equipamento municipal. A actividade decorre até ao final do mês. Cátia Alves da Silva/Pedro Tavares (foto)Durante aproximadamente um mês o Parque da Lavandeira, em Oliveira do Douro, recebe artistas do movimento Land Art. Doze artistas plásticos pertencentes ao movimento, dez portugueses e dois catalães, estão a efectuar intervenções, permanecendo até ao final do mês, no Parque da Lavandeira. “O conceito base é trazer a arte para fora da galeria, para que as pessoas possam ter contacto com os artistas e com as obras de arte”, explicou Maria Carvalho Araújo, responsável técnica do Parque da Lavandeira. O intuito passa então por desmistificar o conceito pré-definido de que a arte é apenas para elites. Participam nesta iniciativa, que se pode considerar como a primeira exposição organizada de Land Art em Portugal, os portugueses Cristina Ataíde, Luís Pinheiro, Meireles de Pinho, Paulo Neves, João Castro Silva, Joaquim Pombal, Marisa Alves, Fernando Saraiva, Ângelo e Moisés Tomé, enquanto a Catalunha está representada por Josep Mates e Carlets. Findas as dez intervenções artísticas, previstas para final de Abril ou início de Maio, terá lugar no auditório do Parque Biológico de Gaia uma palestra onde irão intervir um professor, um crítico de arte e os artistas que realizaram intervenções. Está previsto ainda o lançamento de um catálogo com registos fotográficos de todas as intervenções artísticas. “Esta é uma arte muito efémera e a única forma de a eternizar é publicando um livro com fotografias, com o que aí foi feito”, sublinhou a técnica responsável, acrescentando que esta é uma forma de as obras de arte ficaram registadas na história do Parque da Lavandeira e da Land Art. niciativa a repetir Embora este seja o primeiro ano em que a autarquia de Gaia abrange algo do género. Maria Carvalho Araújo enfatizou que “a ideia é que esta iniciativa se repita de dois em dois anos neste ou noutros espaços que tenham as condições necessárias, como o próprio Parque Biológico de Gaia”. Não será portanto de descartar a hipótese de se realizar uma bienal da Land Art em Vila Nova de Gaia. “Tem que ser um espaço aberto com muito espaço” rematou a responsável pelo Parque da Lavandeira.
Expressão artística Preocupações ecológicas e ambientaisA expressão Land Art reúne diversas formas de expressão artística que usam como matéria-prima o terreno natural, que é trabalhado com materiais exclusivamente naturais e em absoluta observância das regras da ecologia, de modo a criar uma obra de arte. Devido às muitas dificuldades que a sua concretização apresenta, os projectos não vão, muitas vezes, além da fase conceptual, nunca chegando a ser construídos. Não é o caso desta iniciativa, cujas dez instalações ali permanecerão de forma definitiva. A Land Art surgiu em finais da década de 60, em consequência do aumento do interesse pelas questões ligadas à ecologia e da crescente insatisfação com a monotonia cultural.
Agência LUSA 2007-04-03
Doze artistas constroem obras de Land Art no Parque da Lavandeira, em Gaia
Doze artistas plásticos pertencentes ao movimento Land Art - dez portugueses e dois catalães - estão a efectuar intervenções no Parque da Lavandeira, disse hoje à Lusa a directora do Parque Biológico de Gaia, Maria Carvalho Araújo.
Participam nesta iniciativa, que se pode considerar como a primeira exposição organizada de Land Art em Portugal, os portugueses Cristina Ataíde, Luís Pinheiro, Meireles de Pinho, Paulo Neves, João Castro Silva, Joaquim Pombal, Marisa Alves, Fernando Saraiva, Ângelo e Moisés Tomé, enquanto a Catalunha está representada por Josep Mates e Carlets.
A expressão Land Art, também conhecida como Earth Art ou Earthworks, reúne diversas formas de expressão artística que usam como matéria-prima o terreno natural, que é trabalhado com materiais exclusivamente naturais e em absoluta observância das regras da ecologia, de modo a criar uma obra de arte.
Devido às muitas dificuldades que a sua concretização apresenta, os projectos de Land Art não vão, muitas vezes, além da fase conceptual, nunca chegando a ser construídos.
Não é o caso desta iniciativa no Parque da Lavandeira, onde os 12 artistas participantes vão construir, nas próximas semanas, dez instalações que ali permanecerão de forma definitiva, disse a directora do Parque Biológico de Gaia, que superintende também o Parque da Lavandeira.
No final da construção destas obras haverá, em data a designar proximamente, uma conferência que marcará a inauguração oficial deste conjunto de obras, cuja construção poderá ser testemunhada, entretanto, pelos visitantes do parque.
"A ideia é que esta iniciativa se repita de dois em dois anos neste ou noutros espaços que tenham as condições necessárias, como o próprio Parque Biológico de Gaia", disse Maria Carvalho Araújo.
A Land Art surgiu em finais da década de 1960, em consequência do aumento do interesse pelas questões ligadas à ecologia e da crescente insatisfação com a deliberada monotonia cultural introduzida pelo minimalismo, apresentando-se como expressão do desencanto com a sofisticada tecnologia da cultura industrial.
O conceito estabeleceu-se numa exposição organizada em 1968 na Dwan Gallery, em Nova Iorque, e na exposição Earth Art, promovida no ano seguinte pela Universidade de Cornell, também nos Estados Unidos.
Pelas suas próprias características, esta forma de arte não pode ser exposta em museus ou galerias, a não ser através de fotografias.
Agência LUSA
Doze artistas plásticos pertencentes ao movimento Land Art - dez portugueses e dois catalães - estão a efectuar intervenções no Parque da Lavandeira, disse hoje à Lusa a directora do Parque Biológico de Gaia, Maria Carvalho Araújo.
Participam nesta iniciativa, que se pode considerar como a primeira exposição organizada de Land Art em Portugal, os portugueses Cristina Ataíde, Luís Pinheiro, Meireles de Pinho, Paulo Neves, João Castro Silva, Joaquim Pombal, Marisa Alves, Fernando Saraiva, Ângelo e Moisés Tomé, enquanto a Catalunha está representada por Josep Mates e Carlets.
A expressão Land Art, também conhecida como Earth Art ou Earthworks, reúne diversas formas de expressão artística que usam como matéria-prima o terreno natural, que é trabalhado com materiais exclusivamente naturais e em absoluta observância das regras da ecologia, de modo a criar uma obra de arte.
Devido às muitas dificuldades que a sua concretização apresenta, os projectos de Land Art não vão, muitas vezes, além da fase conceptual, nunca chegando a ser construídos.
Não é o caso desta iniciativa no Parque da Lavandeira, onde os 12 artistas participantes vão construir, nas próximas semanas, dez instalações que ali permanecerão de forma definitiva, disse a directora do Parque Biológico de Gaia, que superintende também o Parque da Lavandeira.
No final da construção destas obras haverá, em data a designar proximamente, uma conferência que marcará a inauguração oficial deste conjunto de obras, cuja construção poderá ser testemunhada, entretanto, pelos visitantes do parque.
"A ideia é que esta iniciativa se repita de dois em dois anos neste ou noutros espaços que tenham as condições necessárias, como o próprio Parque Biológico de Gaia", disse Maria Carvalho Araújo.
A Land Art surgiu em finais da década de 1960, em consequência do aumento do interesse pelas questões ligadas à ecologia e da crescente insatisfação com a deliberada monotonia cultural introduzida pelo minimalismo, apresentando-se como expressão do desencanto com a sofisticada tecnologia da cultura industrial.
O conceito estabeleceu-se numa exposição organizada em 1968 na Dwan Gallery, em Nova Iorque, e na exposição Earth Art, promovida no ano seguinte pela Universidade de Cornell, também nos Estados Unidos.
Pelas suas próprias características, esta forma de arte não pode ser exposta em museus ou galerias, a não ser através de fotografias.
Agência LUSA
Terça-feira, Abril 10, 2007
Sexta-feira, Abril 06, 2007
Jornal de Noticias 4-4-2007
Esculturas na Lavandeira
J. PAULO COUTINHO
Doze artistas plásticos do movimento Land Art - dez portugueses e dois catalães - estão a efectuar intervenções no Parque da Lavandeira, em Gaia. No curso das próximas semanas, deverão construir ali dez instalações. Naquela que poderá ser considerada a primeira exposição organizada de Land Art em Portugal, participam os portugueses Cristina Ataíde, Luís Pinheiro, Meireles de Pinho, Paulo Neves, João Castro Silva, Joaquim Pombal, Marisa Alves, Fernando Saraiva, Ângelo e Moisés Tomé. A Catalunha está representada por Josep Mates e Carlets. A expressão Land Art, também conhecida como Earth Art ou Earthworks, reúne diversas formas de expressão artística que usam como matéria-prima o terreno natural. É trabalhado com materiais exclusivamente naturais e em absoluta observância das regras da ecologia, de modo a criar uma obra de arte. Devido às dificuldades que a sua concretização apresenta, os projectos de Land Art não vão, muitas vezes, além da fase conceptual, nunca chegando a ser construídos. Não é o caso da iniciativa operada no Parque da Lavandeira, onde as instalações permanecerão de forma definitiva, assegurou, ontem, à agência Lusa, Maria Carvalho Araújo, responsável do Parque Biológico de Gaia, que gere o espaço. Após a conclusão das obras haverá, em data a designar, uma conferência que marcará a inauguração oficial deste conjunto de arte, cuja construção poderá ser testemunhada, entretanto, pelos visitantes do parque. "A ideia é que esta iniciativa se repita de dois em dois anos neste ou noutros espaços que tenham as condições necessárias", sublinhou a responsável pelo Parque. A Land Art surgiu no fim da década de 60, como resultado do interesse crescente pelas questões ligadas à ecologia em paralelo com a insatisfação com a deliberada monotonia cultural introduzida pelo minimalismo.
J. PAULO COUTINHO
Doze artistas plásticos do movimento Land Art - dez portugueses e dois catalães - estão a efectuar intervenções no Parque da Lavandeira, em Gaia. No curso das próximas semanas, deverão construir ali dez instalações. Naquela que poderá ser considerada a primeira exposição organizada de Land Art em Portugal, participam os portugueses Cristina Ataíde, Luís Pinheiro, Meireles de Pinho, Paulo Neves, João Castro Silva, Joaquim Pombal, Marisa Alves, Fernando Saraiva, Ângelo e Moisés Tomé. A Catalunha está representada por Josep Mates e Carlets. A expressão Land Art, também conhecida como Earth Art ou Earthworks, reúne diversas formas de expressão artística que usam como matéria-prima o terreno natural. É trabalhado com materiais exclusivamente naturais e em absoluta observância das regras da ecologia, de modo a criar uma obra de arte. Devido às dificuldades que a sua concretização apresenta, os projectos de Land Art não vão, muitas vezes, além da fase conceptual, nunca chegando a ser construídos. Não é o caso da iniciativa operada no Parque da Lavandeira, onde as instalações permanecerão de forma definitiva, assegurou, ontem, à agência Lusa, Maria Carvalho Araújo, responsável do Parque Biológico de Gaia, que gere o espaço. Após a conclusão das obras haverá, em data a designar, uma conferência que marcará a inauguração oficial deste conjunto de arte, cuja construção poderá ser testemunhada, entretanto, pelos visitantes do parque. "A ideia é que esta iniciativa se repita de dois em dois anos neste ou noutros espaços que tenham as condições necessárias", sublinhou a responsável pelo Parque. A Land Art surgiu no fim da década de 60, como resultado do interesse crescente pelas questões ligadas à ecologia em paralelo com a insatisfação com a deliberada monotonia cultural introduzida pelo minimalismo.

Centoecatorze – III Encontro Intercultural de Cerâmica 2007 – Parque da lavandeira
Centoecatorze – espaço de criações artísticas – é um projecto multifacetado de criação, dos ceramistas Joaquim Pombal e Marisa Alves que tem como missão acolher, procurar parcerias e desenvolver projectos artísticos. Nesse sentido propõem-se cooperar e criar sinergias e afinidades com outros artistas ou agentes culturais.
Dentro deste conceito o centoecatorze organiza o encontro intercultural de cerâmica com o objectivo de promover a cerâmica contemporânea assim como a partilha de experiências e culturas diferentes. Reunindo assim ceramistas, amigos e amantes desta área, tanto de Portugal como de outros países, estes últimos maioritariamente das várias regiões de Espanha.
Centoecatorze – espaço de criações artísticas – é um projecto multifacetado de criação, dos ceramistas Joaquim Pombal e Marisa Alves que tem como missão acolher, procurar parcerias e desenvolver projectos artísticos. Nesse sentido propõem-se cooperar e criar sinergias e afinidades com outros artistas ou agentes culturais.
Dentro deste conceito o centoecatorze organiza o encontro intercultural de cerâmica com o objectivo de promover a cerâmica contemporânea assim como a partilha de experiências e culturas diferentes. Reunindo assim ceramistas, amigos e amantes desta área, tanto de Portugal como de outros países, estes últimos maioritariamente das várias regiões de Espanha.
Uma vez que este ano o Encontro se realiza num Parque público onde estará a decorrer o evento de Land Art, temos também o propósito de acercar a cerâmica artística à comunidade e inserir a própria comunidade neste evento, construindo assim uma peça conjunta em que participam tanto o público visitante como os artistas convidados. Para esse efeito, nos três primeiros dias, os ateliers serão abertos às pessoas de todas as camadas etárias e o último dia será só destinado aos convidados do Encontro. A instalação resultante desta interacção ficará no Parque da Lavandeira integrada na iniciativa de Land Art.
No Parque da Lavandeira – Gaia
Dias: 4, 5, 6 e 7 de Abril
Este ano o Encontro vai ser num parque público, Parque da Lavandeira inserido nos Parques urbanos de Gaia ( cidade em frente ao Porto, do outro lado do Rio Douro).
Na Lavandeira vai decorrer uma iniciativa de Land Art na qual nós, Marisa Alves e Joaquim Pombal, fomos convidados a participar, e construiremos uma escultura cerâmica, que se levará a cabo conjuntamente com os ceramistas Carlets e Josep Matés. Como coincide com a semana que tem sido normal realizar o encontro, a direcção do parque e a organização do evento de Land Art, resolveu assim apoiar a nossa iniciativa.
Dias 4, 5 e 6
Ateliers abertos ao público em geral (ao mesmo tempo em que estamos no terreno a construir a escultura). Cada participante previamente inscrito, irá decorar um anel/cilindro cerâmico, já biscoitado, com técnicas de decoração a fumo.
A coordenação dos ateliers será levada a cabo por Marc Brocal e o grupo de artes Dez+. Divulgando assim a cerâmica junto da comunidade.
Dia 7
Tarde:
Atelier só para os convidados do Encontro. Cada participante irá decorar um anel/cilindro, já feito e chacotado previamente aqui no nosso atelier, com técnicas de decoração a fumo.
Com o conjunto das peças decoradas vai ser realizada uma instalação de sobreposição de cilindros com uma altura máxima de 2,20m, num número mínimo de cinco colunas (dependerá do nº de participantes).
A obra colectiva ficará no Parque da Lavandeira inserida na iniciativa de Land Art.
Noite:
Jantar oferecido por a direcção do Parque a todos os participantes inscritos no Encontro.
Performance de fogo - o culminar da cozedura da peça cerâmica de 3,5m, com abertura do forno quando a peça está ainda incandescente.
Música, arte circense e a queimada/cremat acompanharão este momento.
Dias: 4, 5, 6 e 7 de Abril
Este ano o Encontro vai ser num parque público, Parque da Lavandeira inserido nos Parques urbanos de Gaia ( cidade em frente ao Porto, do outro lado do Rio Douro).
Na Lavandeira vai decorrer uma iniciativa de Land Art na qual nós, Marisa Alves e Joaquim Pombal, fomos convidados a participar, e construiremos uma escultura cerâmica, que se levará a cabo conjuntamente com os ceramistas Carlets e Josep Matés. Como coincide com a semana que tem sido normal realizar o encontro, a direcção do parque e a organização do evento de Land Art, resolveu assim apoiar a nossa iniciativa.
Dias 4, 5 e 6
Ateliers abertos ao público em geral (ao mesmo tempo em que estamos no terreno a construir a escultura). Cada participante previamente inscrito, irá decorar um anel/cilindro cerâmico, já biscoitado, com técnicas de decoração a fumo.
A coordenação dos ateliers será levada a cabo por Marc Brocal e o grupo de artes Dez+. Divulgando assim a cerâmica junto da comunidade.
Dia 7
Tarde:
Atelier só para os convidados do Encontro. Cada participante irá decorar um anel/cilindro, já feito e chacotado previamente aqui no nosso atelier, com técnicas de decoração a fumo.
Com o conjunto das peças decoradas vai ser realizada uma instalação de sobreposição de cilindros com uma altura máxima de 2,20m, num número mínimo de cinco colunas (dependerá do nº de participantes).
A obra colectiva ficará no Parque da Lavandeira inserida na iniciativa de Land Art.
Noite:
Jantar oferecido por a direcção do Parque a todos os participantes inscritos no Encontro.
Performance de fogo - o culminar da cozedura da peça cerâmica de 3,5m, com abertura do forno quando a peça está ainda incandescente.
Música, arte circense e a queimada/cremat acompanharão este momento.
Subscrever:
Mensagens (Atom)




















































































